O que realmente importa na água que bebemos?

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OS MINERAIS QUE A CONSTITUEM.

[saiba mais, lendo este artigo até ao fim]

 

Como pode algo tão translúcido ser capaz de conter um contributo importante para a saúde e bem-estar e que, para a maioria de nós, passa de forma desconhecida ou impercetível?

Para muitos, o sabor da água é, de facto, a primeira preocupação. No entanto, no que respeita ao que verdadeiramente contribui para a saúde existem fatores críticos que distinguem uma água ‘bebível’ de uma que tem uma qualidade sublime, superior e diferenciadora.

Para que fique totalmente ciente do que realmente importa numa água, mergulhámos no tema e trazemos-lhe um dos fatores mais decisivos na garantia de uma água de qualidade inconfundível.

O que realmente importa na água que bebemos: os minerais que a constituem

Os minerais desempenham uma função crucial no bom funcionamento do organismo humano: como o nosso organismo não os consegue produzir, é necessária a sua ingestão de forma regular através dos alimentos e da água.

Uma água pobre em minerais pode, para muitos, ter um sabor mais apelativo. Contudo, não tem a capacidade de garantir o aporte dos minerais indispensáveis ao equilíbrio e cuidado do nosso corpo.

Os minerais presentes na água, como o cálcio, o magnésio e o potássio têm funções vitais essenciais à ativação dos processos metabólicos.

As águas minerais naturais podem ser distinguidas pela sua mineralização, isto é, a quantidade e diversidade de minerais (medidos por mg/litro) que contêm.

Uma água hipossalina, de muito baixa mineralização (menos que 50 mg/litro) não hidrata do mesmo modo do que uma água mais mineralizada. Por contrário, uma água com maior mineralização (superior a 500 mg/litro) tem uma alta concentração de eletrólitos ou minerais, como, por exemplo, de cálcio e de magnésio e de bicarbonato.

A Vimeiro Original é a água portuguesa Nº1 em minerais e em equilíbrio de minerais. Tem mais de 1010 mg de sais minerais por 1 litro de água. Esta água pode ser considerada como um alimento e como uma importante fonte para se alcançar a Dose Diária Recomendada (DDR) de cada um dos minerais que a compõe.

Sabia que 2 litros desta água fornecem 22,2% DDR de cálcio e 15,7% da DDR de magnésio?

Confira estes e outros valores através do Comparador de Águas, e veja como se destaca das principais águas em comercialização no nosso país.

pH da água: porque não é o que importa

Quantos de nós já ouvimos falar no famoso pH, sem saber realmente do que se trata? Para que não existam dúvidas, deixamos-lhe uma breve explicação.

Trata-se de uma escala, de 0 a 14, através da qual se mede o nível de acidez e de basicidade/alcalinidade de uma substância ou solução. Sete (7), o valor médio, representa a neutralidade de um elemento, ou seja, não é ácido nem alcalino.

Por outro lado, um valor de pH inferior a 7 significa que existe maior acidez, isto é, de iões positivos, enquanto um valor superior a 7 revela que a substância é mais alcalina, uma água com maior concentração de iões negativos. Assim , o pH da água mineral natural, é determinado pelo equilíbro da concentração dos iões/minerais que a compõem.

Terá o pH, por si só, qualquer impacto na nossa saúde?
Não existe evidência científica suficiente que suporte qualquer benefício associado à ingestão de águas alcalinas. Pelo contrário, existem evidências que comprovam os benefícios, para a saúde, da ingestão de águas com presença significativa de minerais, como sejam, por exemplo, o cálcio e o magnésio.

Na escolha de uma água, o que importa é, como referimos previamente, a sua composição mineral, ou seja, a concentração dos diferentes minerais que a compõem.

O nosso conselho? Escolha o que realmente importa! Cuide do seu corpo por inteiro, beba Água do Vimeiro.

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Os minerais e as vitaminas – os micronutrientes – são essenciais para o bom funcionamento do sistema digestivo.

No entanto, é do conhecimento geral, que, atualmente, a dieta alimentar carece frequentemente destes micronutrientes essenciais, o que conduz a inúmeros problemas de saúde. Também os hábitos e a agitação quotidiana provocam o desconforto no funcionamento do organismo, sobrecarregando os órgãos envolvidos na digestão: a má mastigação, o comer de pé e à pressa, o excesso ou a falta de nutrientes principais.